quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Esta foi a sua vida!
"O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Pelo contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento."
2 Pedro 3:9
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
João 6:19b
"... Viram Jesus aproximando-se do barco, andando sobre o mar, e ficaram aterrorizados." - João 6:19b
Carta de Deus
Meu Filho,
Podes
não me conhecer, mas Eu sei tudo sobre ti (Salmo 139:1). Eu
sei quando te sentas e quando te levantas (Salmo 139:2). Eu
conheço bem todos os teus caminhos (Salmo 139:3). Até os
cabelos da tua cabeça estão todos contados (Mateus 10:29-31).
Pois foste feito à minha imagem (Gênesis 1:27). Em mim
vives, moves-te e tens existido (Atos 17:28). Pois tu és a
minha descendência (Atos 17:28). Eu te conheço mesmo antes
que existisses (Jeremias 1:4-5). E escolhi-te quando planeava
a criação (Efésios 1:11-12). Não foste um erro, pois todos
os teus dias estão escritos no meu livro (Salmo 139:15-16).
Eu determinei o momento exato do teu nascimento e onde viverias
(Salmo 17:26). Foste feito de forma admirável e maravilhosa
(Salmo 139:14). Eu te formei no ventre da tua mãe (Salmo
139:13). E tirei-te do ventre de tua mãe no dia do teu
nascimento (Salmo 71:6). Eu tenho sido mal representado por
aqueles que não me conhecem (João 8:41-44). Eu não estou
distante e zangado, pois sou a expressão completa do amor (1 João
4:16). E o meu desejo é derramar meu amor sobre ti (1 João
3:1). Simplesmente porque és meu filho e Eu sou teu Pai (1
João 3:1). Eu ofereço-te mais do que o teu pai da terra jamais
poderia oferecer (Mateus 7:11). Porque sou o Pai perfeito
(Mateus 5:48). Cada bom presente que recebes vem da minha mão
(Tiago 1:17). Pois Eu sou o teu provedor e supro todas as suas
necessidades (Mateus 6:31-33). Meu plano para o teu futuro tem
sido sempre cheio de esperança (Jeremias 29:11). Porque Eu te
amo com um amor eterno (Jeremias 31:3). Meus pensamentos sobre
ti são incontáveis como a areia na praia (Salmo 139:17-18).
E Eu me regozijo por ti com cânticos (Sofonias 3:17). Eu
nunca vou parar de fazer o bem para ti (Jeremias 32:40).
Porque és meu tesouro mais precioso (Êxodo 19:5). Eu desejo
te estabelecer com todo meu coração e toda minha alma (Jeremias
32:41). E quero-te mostrar coisas grandes e maravilhosas
(Jeremias 33:3). Se me buscares de todo o coração, me
encontrarás (Deuteronômios 4:29). Eleia-ter em mim e Eu te
darei o que deseja o teu coração (Salmo 37:4). Pois fui Eu
quem colocou esses desejos em ti (Filipenses 2:13). Eu sou
capaz de fazer mais por ti do que podes imaginar (Efésios 3:20).
Pois Eu sou o teu maior defensor (2 Tessalonicenses 2:16-17).
Eu sou também o Pai que te conforta em todas as tuas dificuldades (2
Coríntios 1:3-4). Quando teu coração estiver cansado, Eu estou
perto de ti (Salmo 34:18). Como um pastor carrega um cordeiro,
Eu te carrego perto do meu coração (Isaías 40:11). Um dia
Eu enxugarei todas as lágrimas dos teus olhos (Apocalipse
21:3-4). E afastarei de ti toda a dor que tenhas sofrido nesta
terra (Apocalipse 21:3-4). Eu sou o teu Pai, e amo-te tal como
amo ao meu filho, Jesus (João 17:23). Pois em Jesus, meu
amor por ti é revelado (João 17:26). Ele é a representação
exata do que sou (Hebreus 1:3). Ele veio para demonstrar que
eu estou contigo, e não contra ti (Romanos 8:31). E também
para te dizer que Eu não estou contando os teus pecados (2
Coríntios 5:18-19). Jesus morreu para que tu e eu pudéssemos
ser reconciliados (2 Coríntios 5:18-19). Sua morte foi a
expressão suprema de meu amor por ti (1 João 4:10). Eu
desisti de tudo que amava para que pudesse ganhar o teu amor (Romanos
8:31-32). Se receberes o presente do meu filho Jesus, a mim
recebes (1 João 2:23). E nada te poderá separar do meu amor
outra vez (Romanos 8:38-39). Vem para casa e Eu vou fazer a
maior festa que o céu já viu (Lucas 15:7). Eu sempre fui um
Pai, e sempre serei Pai (Efésios 3:14-15).
A
minha pergunta é… tu queres ser meu filho? (João 1:12-13).
Eu estou à tua espera (Lucas 15:11-32).
Com amor, teu Pai
Deus
Todo Poderoso
A Bíblia está cheio de erros!!!
A
Bíblia está CHEIA de erros:
• Primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;
• Segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;
• E assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos... porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.
A Bíblia está CHEIA de contradições:
• Ela contradiz o orgulho e o preconceito;
• Ela contradiz a lascívia e a desobediência;
• Ela contradiz o meu pecado e o seu.
A Bíblia está CHEIA de falhas:
• Porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes ;
• Assim foi com a falha de Adão;
• Com a falha de Caim;
• E a de Moisés;
• Bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam.
• Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.
Deus NÃO ESCREVEU a Bíblia:
• Para pessoas que querem jogar com as palavras;
• Para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem fazê-lo;
• Para o homem que não acredita porque não quer.
O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia:
• Pelas mesmas razões que outros homens tem descartado através da história, por grande ignorância a sua verdadeira mensagem e conteúdo;
• Intransigente apatia em recusar considerar suas declarações;
• Bem conhecidos pseudo cientistas posando de críticos honestos;
• Convicção secreta de que este Livro está certo e de que os homens estão errados.
Somente uma pessoa PRECONCEITUOSA acreditaria que:
• Os ensinamentos Bíblicos são passados e irracionais, sendo princípios arcaicos e sem propósito;
• A Bíblia está cheia de discrepâncias e afirmações inaceitáveis;
• Ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de meros homens.
A Bíblia é , afinal, somente mais um LIVRO RELIGIOSO:
• Para milhares que não se arriscam serem honestos consigo mesmos e com Deus;
• Para aqueles que tem medo de aceitar o desafio do próprio Deus a um exame honesto;
• Para aqueles que não querem examiná-la a fundo porque Ela diz verdadeiramente como os homens são.
E você não pode ENTENDER ou CONFIAR no que a Bíblia diz:
• A menos que você esteja disposto a considerar as evidências e encarar face a face o personagem principal e AUTOR.
• Primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;
• Segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;
• E assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos... porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.
A Bíblia está CHEIA de contradições:
• Ela contradiz o orgulho e o preconceito;
• Ela contradiz a lascívia e a desobediência;
• Ela contradiz o meu pecado e o seu.
A Bíblia está CHEIA de falhas:
• Porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes ;
• Assim foi com a falha de Adão;
• Com a falha de Caim;
• E a de Moisés;
• Bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam.
• Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.
Deus NÃO ESCREVEU a Bíblia:
• Para pessoas que querem jogar com as palavras;
• Para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem fazê-lo;
• Para o homem que não acredita porque não quer.
O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia:
• Pelas mesmas razões que outros homens tem descartado através da história, por grande ignorância a sua verdadeira mensagem e conteúdo;
• Intransigente apatia em recusar considerar suas declarações;
• Bem conhecidos pseudo cientistas posando de críticos honestos;
• Convicção secreta de que este Livro está certo e de que os homens estão errados.
Somente uma pessoa PRECONCEITUOSA acreditaria que:
• Os ensinamentos Bíblicos são passados e irracionais, sendo princípios arcaicos e sem propósito;
• A Bíblia está cheia de discrepâncias e afirmações inaceitáveis;
• Ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de meros homens.
A Bíblia é , afinal, somente mais um LIVRO RELIGIOSO:
• Para milhares que não se arriscam serem honestos consigo mesmos e com Deus;
• Para aqueles que tem medo de aceitar o desafio do próprio Deus a um exame honesto;
• Para aqueles que não querem examiná-la a fundo porque Ela diz verdadeiramente como os homens são.
E você não pode ENTENDER ou CONFIAR no que a Bíblia diz:
• A menos que você esteja disposto a considerar as evidências e encarar face a face o personagem principal e AUTOR.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Salmo do Telespectador
Se
você gosta de televisão, tendo ou não um televisor, aqui está uma
nova versão do Salmo 23 dos telespectadores. O Salmo 23 passa a ser
o canal 23, com a seguinte paráfrase dos seus versículos:
O televisor é o meu pastor; meu crescimento espiritual faltará.
Ele faz-me deitar nos pastos mundanos para levantar-me vazio das coisas de Deus. Ele toma o tempo que eu devia dar a Deus. Faz-me abandonar meus deveres cristãos, porque preciso assistir meus programas prediletos.
Ele renova meu conhecimento sobre as coisas do mundo e não me deixa estudar a Palavra de Deus.
Mesmo
estando para morrer, continuarei assistindo ao televisor, enquanto
ele funcionar, porque ele é o meu mais achegado companheiro; suas
músicas e imagens me confortam.
Ele me oferece muita distração, trazendo o mundo para dentro de casa a fim de orientar minha família. Ele enche minha cabeça de suas coisas, de modo que meu cálice transborda e estou sempre a falar dos seus programas. Falo tanto, que a Palavra de Deus não tem mais lugar na minha vida, família e casa.
Assim sendo, certamente o mau e a miséria me seguirão todos os dias da minha vida, porque o meu televisor me faz contrariar a vontade de Deus.
Ele me oferece muita distração, trazendo o mundo para dentro de casa a fim de orientar minha família. Ele enche minha cabeça de suas coisas, de modo que meu cálice transborda e estou sempre a falar dos seus programas. Falo tanto, que a Palavra de Deus não tem mais lugar na minha vida, família e casa.
Assim sendo, certamente o mau e a miséria me seguirão todos os dias da minha vida, porque o meu televisor me faz contrariar a vontade de Deus.
Extraído
da Apostila “O Lar Cristão” do Pr. Jaime Kemp.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
5 sinais de maturidade espiritual
Deixe-me
começar dizendo que não é errado para um novo crente ser imaturo,
assim como não é errado para uma criança ser infantil.
Infantilidade só é irritante em um adulto. Quando uma criança de
quatro anos veste uma capa, uma cueca por sobre a calça, alegando
ter visão raio-X, isso é fofo. Quando seu pai faz isso, é
preocupante (ou insanidade). Quando você é um crente por muitos
anos, porém, a falta de alguns desses indicadores deve ser
preocupante. Crentes
maduros possuem estes 5 indicadores…
1. Um desejo por
alimento sólido
É
bom aproveitar o leite do evangelho em todas as refeições. Mas
alguns cristãos orgulham-se de si mesmos por focar apenas no
evangelho, esnobando a oferta de doutrinas mais profundas. O amor
pela doutrina pode ser adquirido com o passar do tempo, mas ele
sempre estará lá em um crente maduro. O autor aos Hebreus repreende
seus leitores por causa da relutância em mastigar. "A
esse respeito temos muitas coisas que dizer e difíceis de explicar,
porquanto vos tendes tornado tardios em ouvir. 12 Pois, com efeito,
quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes,
novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são
os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim vos tornastes
necessitados de leite e não de alimento sólido. 13 Ora, todo aquele
que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça,
porque é criança. 14 Mas o alimento sólido é para os adultos,
para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas
para discernir não somente o bem, mas também o mal." (Hebreus
5.11)
A
refeição de uma criança precisa ir ao liquidificador durante os
primeiros meses dela (ou dele). Quando uma pessoa normal de 21 anos
pede para a mamãe alimentá-lo com batata amassada, de colher, isso
é assustador e disfuncional. O amor pela doutrina pode ser adquirido
com o passar do tempo, mas ele sempre estará lá em um crente
maduro.
2.
Uma impermeabilidade a ofensas pessoais
É
raro um crente maduro se sentir ofendido. A ofensa é apropriada ao
crente em qualquer ataque à glória de Deus, como quando o zelo pela
casa de Deus consumiu Jesus e ele usou um chicote do Indiana Jones na
corrupta zona comercial do templo por causa dos animais
superfaturados. Mas um crente maduro não fica pessoalmente ofendido
de maneira tão fácil. Eles entendem que quando alguém peca contra
eles, há coisas maiores em jogo do que seus próprios direitos
pessoais com, por exemplo, a glória de Deus, o relacionamento do
outro com Deus, etc. Veja Paulo. Quando ele já não podia atrair uma
multidão (estando preso por causa do evangelho e tal…), pregadores
rivais estavam “jogando sal” em suas algemas ao pregar o
evangelho em competição com Paulo. Ele não se tornou insolente.
Muito pelo contrário, ele parecia animado com a notícia de que o
evangelho estava sendo pregado. Isso é maturidade! "Alguns,
efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém,
o fazem de boa vontade; 16 estes, por amor, sabendo que estou
incumbido da defesa do evangelho; 17 aqueles, contudo, pregam a
Cristo, por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulações
às minhas cadeias. 18 Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de
qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por
verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei."
(Filipenses 1.15)
3. Uma consciência informada pelas
Escrituras, não por opiniões
Quando
você é um novo convertido, é natural ter um pêndulo oscilando em
aversão a qualquer coisa associada com o seu antigo estilo de vida.
Isso pode ser saudável. Mas, à medida que vai se tornando mais
maduro, você vai criando uma visão mais balanceada sobre liberdade.
Se Jesus diz que algo está “ok”, então você não vai ficar
chateado quando alguns cristãos aproveitam essa liberdade. "Acolhei
ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões. Um
crê que de tudo pode comer, mas o débil como legumes; Quem come
não despreze o que não come, e o que não come não julgue o que
come, porque Deus o acolheu." (Romanos 14.1). Eu
amo vegetarianos – sobra mais carne pra mim. Porém, quando um
crente se abstém da liberdade legal pensando que isso torna-o mais
aceitável para Deus, isso é um sinal de imaturidade. Quanto mais
você cresce no seu entendimento sobre graça, menos você se
incomoda quando as pessoas ignoram normas religiosas feitas por
homens. Você pode continuar escolhendo se abster, mas sua
consciência não é atormentada pelo conhecimento de que outros
cristãos participam do que você evita.
4.
Uma sensação de humilde surpresa quando usado por Deus no
ministério
Deus
usa pecadores para fazer Seu trabalho por uma boa razão: não há
mais ninguém para Ele escolher. Alguns pecadores são usados
poderosamente. Um crente maduro sempre vai sentir-se humilde por sua
eficácia no ministério de Deus. Frequentemente, no entanto, o mesmo
privilégio vai inflar o ego de um crente imaturo. "Não
seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na
condenação do diabo."" (1 Timóteo 3.6). O
pressuposto de Paulo é que um novo convertido – que é mais
provável de ser imaturo – quando usado no ministério de Deus, não
vai possuir a sensação de surpresa e humildade que são sinais de
maturidade. Compare isso com a própria atitude de Paulo, de que ele
é o principal dos pecadores, usado apenas como meio para mostrar a
extensão da misericórdia de Deus (1 Tm 1.15). Ele considerava a si
mesmo como improvável e inadequado vaso que foi abençoado por
abrigar temporariamente o tesouro inestimável dos dons de Deus (2 Co
4.7).
5.
Tendência de dar crédito a Deus pelo crescimento espiritual, não a
homens
Nosso
mundo é uma arena para idolatria. “American Idol” é o nome mais
adequado e tributo descaradamente honesto para a nossa cultura de
celebridade. Nossos corações são orientados a adular e a adorar.
Um crente imaturo luta para quebrar o hábito de idolatrar pessoas.
Ele meramente transfere sua adulação pelas celebridades do mundo
para celebridades espirituais. Quer seja um pedestal para o seu
pastor, ou uma desordenada reverência por João Calvino, ou qualquer
outro sintoma, a imaturidade falha em dar a credibilidade devida ao
poder de Deus em Seu trabalho. "Quando,
pois, alguém diz: Eu sou de Paulo, e outro: Eu, de Apolo, não é
evidente que andais segundo os homens? 5 Quem é Apolo? E quem é
Paulo? Servos por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor
concedeu a cada um. 6 Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio
de Deus. 7 De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que
rega, mas Deus, que dá o crescimento." (1 Coríntios
3.4). Experientes
donos de cavalos de corrida têm respeito por bons jóqueis,
treinadores, e veterinários, mas todos entendem que o fator
principal para uma vitória é o cavalo. Respeitamos bons pregadores,
escritores, comentaristas, e mentores espirituais, mas,
esperançosamente, nós reconhecemos o real músculo por trás de
qualquer vitória no ministério deles. Vá com este pensamento: na
minha vida, qualquer imaturidade residual em qualquer uma dessas
áreas irá desembocar na minha “caixa de entrada” espiritual.
Sou confortado em saber que sou uma obra em progresso e me agarro à
Filipenses 1.6: Estou plenamente certo de que aquele que começou boa
obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.
O
crente imaturo meramente transfere sua adulação pelas celebridades
do mundo para celebridades espirituais.
Tradução:
Fernanda Vilela
Fonte: Clint Archer no iPródigo
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Anne Graham Lotz entrevistada no “Early Show”
A filha de Billy
Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson
perguntou a ela:“Como é que Deus teria permitido algo horroroso
assim acontecer no dia 11 de setembro?”
“Eu creio que Deus
ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas
escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um
cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como
poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção
se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?”
À vista de tantos
acontecimentos recentes…ataque dos terroristas, tiroteio nas
escolas, etc. Eu creio que tudo começou desde que Madelin Murray
O’hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se
fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente,
e nós concordamos com a sua opinião.
Depois disso, alguém
disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas…A
Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar
o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos.
Logo depois o Dr.
Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos
quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em
formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua
auto-estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:
“Um perito nesse
assunto deve saber o que está falando”. E então concordamos com
ele.
Depois alguém disse
que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar
nossos filhos quando se comportassem mal.
Então foi decidido
que nenhum professor poderia tocar nos alunos…(há diferença entre
disciplinar e tocar).
Aí, alguém sugeriu
que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas
assim o quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar.
Então foi dito que
deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles
quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: –
“Está bem!” Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas
com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma
coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.
Depois uma outra
pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças
nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da
internet.
E nós dissemos: –
“Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter
liberdade de se expressar e fazer isso”.
Agora nós estamos nos
perguntando porque nossos filhos não tem consciência, e porque não
sabem distinguir o bem e o mal. O certo e o errado, porque não lhes
incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe
ou a si próprios… provavelmente, se nós analisarmos seriamente,
iremos facilmente compreender: nós colhemos o aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um
bilhetinho para Deus:”Senhor, porque não Salvaste aquela criança
na escola?”
A resposta Dele: –
“Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!”
É triste como as
pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo
está indo a passos largos para o inferno. É triste como cremos em
tudo que os jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia
ensina. É triste como todo mundo quer ir para o céu, desde que não
precise crer, nem pensar ou dizer qualquer coisa que a Bíblia
ensina.
É triste como alguém
diz: -”Eu creio em Deus” , mas ainda assim segue a satanás, que
por sinal,também “Crê” em Deus.
É engraçado como
somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!
É triste ver como as
pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no domingo, mas depois
se transformam em cristão invisíveis pelo resto da semana.
Você está achando
engraçado?
Gozado que nós nos
preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito
do que com o que Deus pensa…
Pense bem a respeito…
Você está nesse mundo a serviço de quem???
Salmo do viciado
A
droga é minha pastora, sempre terei necessidade.
Ela
me faz deitar nas sarjetas;
Guia-me
ao lado da águas sujas;
Destrói
a minha vida.
Conduz-me
pelas veredas da maldade por amor do esforço.
Sim,
andarei pelo vale da pobreza e temerei todo o mal,
Porque
a droga está comigo.
Tua
agulha e cápsula tentam consolar-me;
esvazias
a minha mesa de alimento na presença de minha família;
Roubas
a minha capacidade de racionar.
Meu
cálice de tristeza transborda.
Certamente
o vício me acompanhará todo os dias de minha vida.
E
habitarei na casa dos marginalizados para sempre.
Verdadeiramente
este é o meu salmo. Sou uma jovem, de vinte anos de idade, e,
durante o ano e meio passado, venho perambulando pela rua do pesadelo
dos viciados em entorpecentes. Quero abandonar a droga e tento, mas
não posso. A cadeia não me cura. Nem a hospitalização me ajuda
por muito tempo. O médico disse à minha família que teria sido
melhor, e na verdade, mais generoso, se a pessoa que meu deu a droga,
pela primeira vez, tivesse pego uma arma de fogo e estourado meus
miolos, e provera Deus que ela tivesse feito isso. Meu Deus, quanto
desejo isso!
“Se,
pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” - João
8:36
Porque ir à Igreja?
“Porque
ir à Igreja”, é o seu título do texto que diz o seguinte:
“Um frequentador de Igreja escreveu para o editor de um jornal e
reclamou que não faz sentido ir à Igreja todos os dias.
“Eu tenho ido à Igreja por 30
anos, ele escreveu, e durante este tempo eu ouvi uns 3.000 sermões.
Mas por minha vida eu não consigo lembrar de nenhum deles... Assim,
eu penso que estou perdendo meu tempo e pastores estão desperdiçando
o tempo deles pregando a Palavra de Deus.
“Esta carta iniciou uma grande
controvérsia na coluna “Cartas ao Editor”, para prazer do
Editor-chefe do Jornal. Isto foi por semanas, recebendo e publicando
cartas sobre o assunto, até que alguém escreveu este argumento:
“Eu estou casado já há 30
anos. Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 32.000
refeições. Mas, por minha vida, eu não consigo lembrar do cardápio
de nenhuma destas 32.000 refeições. Mas de uma coisa eu sei: todas
elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o
meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições,
eu estaria hoje, fisicamente morto. Da mesma maneira, se eu não
tivesse ido à Igreja para alimentar minha fome espiritual, através
da Palavra de Deus, eu estaria hoje morto, espiritualmente.”
Tiago 4:7-8
"Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao diabo, e ele fugirá de vocês. Aproximem-se de Deus, e ele se aproximará de vocês! Pecadores, limpem as mãos, e vocês, que têm a mente dividida, purifiquem o coração."
Tiago 4:7-9
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Livros da Bíblia
"Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra."
2 Timóteo 3:16-17
Carta de Satanás
Caro Amigo.
Saudações
infernais!
Estou
tão ansioso por nosso encontro final que resolvi escrever-lhe a fim
de manifesta minha paixão por você. Você é tão perverso,
orgulhoso, malvado e rancoroso!
A
característica que mais admiro em você é esse seu desprezo por
Deus. Noto que você transgride todos os mandamentos da Bíblia.
Particularmente
estou torcendo para que você adquira logo uma doença. Com sua vida
promíscua, creio que isto não vai demorar.
Também
torço para que você se arrebente quando dirigir bêbado. Isto o
trairia logo para os meus braços, numa união de tormento eterno.
Outro
dia, quando se livrou daquele chato que, com a Bíblia na mão,
insistia que você mudasse de vida, nós fizemos a maior festa.
Para
encerrar, espero que você permaneça firme. Fuja da igreja. Nunca
ouça ou veja aqueles programas que falam do meu maior inimigo: Jesus
Cristo.
Atenciosamente:
Satanás.
As 50 diferenças entre o membro e o discípulo
Todo
discípulo é um crente, mas nem todo crente é um discípulo. Sabe
por quê?
- O membro espera pães e peixes; o discípulo é um pescador.
- O membro luta por crescer; o discípulo luta para reproduzir-se.
- O membro se ganha; o discípulo se faz.
- O membro depende dos afagos de seu pastor; o discípulo está determinado a servir a Deus.
- O membro gosta de elogios; o discípulo do sacrifício vivo.
- O membro entrega parte de suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida.
- O membro cai facilmente na rotina; o discípulo é um revolucionário.
- O membro precisa ser sempre estimulado; o discípulo procura estimular os outros.
- O membro espera que alguém lhe diga o que fazer; o discípulo é solícito em assumir responsabilidades.
- O membro reclama e murmura; o discípulo obedece e nega-se a si mesmo.
- O membro é condicionado pelas circunstâncias; o discípulo as aproveita para exercer a sua fé.
- O membro exige que os outros o visitem; o discípulo visita.
- O membro busca na palavra promessas para a sua vida; o discípulo busca vida para receber as promessas da Palavra.
- O membro só pensa em si mesmo; o discípulo pensa só nos outros.
- O membro se senta para adorar; o discípulo anda adorando.
- O membro pertence a uma instituição; o discípulo é uma instituição em si mesmo.
- Para o membro, a habitação do Espírito Santo em si é sua meta; para o discípulo, é meio para alcançar a meta de ser testemunha viva de Cristo a toda criatura.
- O membro vale porque soma; o discípulo vale porque multiplica.
- Os membros aumentam a comunidade; os discípulos aumentam as comunidades.
- Os membros foram transformados pelo mundo; os discípulos transformaram, e transformarão o mundo.
- O membro espera milagres; os discípulos os fazem.
- O membro velho é problema para a igreja; o discípulo idoso é problema para o reino das trevas.
- Os membros se destacam construindo templos; os discípulos se fazem para conquistar o mundo.
- Os membros são fortes soldados defensores; os discípulos são invencíveis soldados invasores.
- O membro cuida das estacas de sua tenda; o discípulo desbrava e aumenta o seu território.
- O membro se habitua; o discípulo rompe com os velhos moldes.
- O membro sonha com a igreja ideal; o discípulo se entrega para fazer uma igreja real.
- A meta do membro é ir para o céu; a meta do discípulo é ganhar almas para povoar o céu.
- O crente maduro finalmente é um discípulo; o discípulo maduro assume os ministérios para o Corpo.
- O membro necessita de festas e eventos para estar alegre; o discípulo vive em festa porque é alegre.
- O membro espera um avivamento; o discípulo é parte dele.
- O membro agoniza sem nunca morrer; o discípulo morre e ressuscita para dar vida a outros.
- O membro longe de sua congregação lamenta por não estar em seu ambiente; o discípulo cria um ambiente para formar uma congregação.
- O membro carrega uma almofada; o discípulo uma cruz.
- O membro se considera sócio da Igreja; o discípulo é servo;
- O membro cai nas ciladas do diabo; o discípulo as supera e não se deixa confundir.
- O membro é espiga murcha; o discípulo é grão que gera espigas saudáveis.
- O membro responde talvez! O discípulo responde eis-me aqui.
- O membro preocupa-se só em pregar o evangelho; o discípulo em pregar e fazer discípulos.
- O membro espera recompensa para dar; o discípulo é recompensado porque dá.
- O membro é pastoreado como ovelha; o discípulo apascenta os cordeiros.
- O membro se retira quando incomodado; o discípulo expulsa quem realmente quer incomodá-lo: os demônios.
- O membro pede que os outros orem por ele; o discípulo ora pelos outros.
- Os membros se reúnem para buscar a presença do Senhor; o discípulo carrega a Sua presença através do Espírito Santo.
- Ao membro é pregada somente a salvação pelo Sangue de Jesus; o discípulo toma a Santa Ceia e anuncia às potestades do ar a vitória de Cristo sobre elas, para a glória de Deus.
- O membro segue tentando limpar-se para ser digno de Deus; o discípulo não se olha mais e faz a obra na fé de que Cristo já o limpou.
- O membro espera que alguém lhe interprete as escrituras; o discípulo conhece a voz de seu Senhor e testemunha dEle.
- O membro não se relaciona com membros de outras denominações; o discípulo ama e respeita a todos, pois isto é uma ordem de Deus, e só assim o mundo o reconhecerá como discípulo de Jesus.
- O membro procura conselhos dos outros para tomar uma decisão; o discípulo ora a Deus, lê a Palavra e em fé toma a decisão.
- O membro espera que o mundo melhore; o discípulo sabe que não é deste mundo e espera o encontro com seu Senhor.
Jesus
nos mandou fazer membros ou discípulos?
A Igreja e Seus Críticos
Características pessoais dos pretensos porta-vozes da verdade
Vivemos nos dias finais da história humana, e Satanás está “cheio de grande cólera”, pois sabe que “pouco tempo lhe resta” (Apocalipse 12:12). Em sua peleja final contra o povo remanescente que guarda “os mandamentos de Deus” e tem “o testemunho de Jesus” ( Apocalipse 12:17), o inimigo se vale de algumas pessoas dentre o próprio povo de Deus como seus mais eficazes agentes (ver Mateus 13:24- 30). Pretendendo ser parte do povo de Deus e demonstrando zelo superior para com a verdade, esses agentes conseguem grande êxito em infiltrar na própria Igreja o mesmo espírito belicoso que sempre caracterizou “o acusador de nossos irmãos” ( Apocalipse 12:10). Ao mesmo tempo em que Cristo nos admoesta a não julgarmos as motivações interiores das pessoas (Mateus 7:1), Ele também nos estimula a avaliar as características pessoais dos pretensos porta-vozes da verdade, a fim de não sermos por eles iludidos (Mateus 7:15-23). Creio, portanto, ser oportuno considerarmos mais detidamente o perfil dos críticos e suas estratégias, para não sermos por eles enganados e para evitarmos que nossas congregações sejam por eles divididas.
Perfil dos críticos
Existem alguns críticos da Igreja que levam, pelo menos aparentemente, uma vida normal e sem maiores problemas pessoais. Seria inadmissível, portanto, atribuirmos o mesmo perfil a todos os críticos. Mas muitos deles, que conheci pessoalmente ou através de informações biográficas fornecidas por outras pessoas, revelam pelo menos algumas das seguintes características:
1. Desequilíbrio emocional.
Muitos críticos da Igreja parecem afetados, em maior ou menor grau, pelo assim chamado Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). O comportamento deles se caracteriza por um forte impulso obsessivo- compulsivo à agressividade para com todos os que deles discordam. Todos os que a eles se opõem são considerados inimigos a serem combatidos em nome de Deus.
2. Frustrações pessoais.
Grande parte dos críticos é composta de pessoas frustradas por não terem conseguido determinado cargo de liderança ou certo reconhecimento público, ou ainda por terem sido destituídos de uma função de destaque social. Não conseguindo conviver com o “luto” pela perda, eles acabam projetando sobre outros a sua amargura pessoal.
3. Problemas morais e familiares.
Alguns dos críticos mais agressivos são pessoas emocionalmente desestruturadas por problemas morais, ou mesmo traumatizadas pela perda do cônjuge, quer por morte ou separação. Sem a estabilidade de uma família bem estruturada, a pessoa tende a exercer uma influência desestabilizadora sobre outros segmentos sociais, incluindo a própria Igreja.
4. Dificuldades financeiras.
Alguns dos críticos mais amargurados são pessoas que já tiveram estabilidade econômica, mas acabaram se desequilibrando financeiramente. Em muitos casos a pessoa incorre em infidelidade nos dízimos e ofertas. Não são poucos os que chegam mesmo a desviar os fundos da Igreja para seus interesses particulares, sob a alegação de corrupção no uso desses fundos por parte da denominação.
5. Problemas de autoestima.
Conheço pessoas que foram maltratadas na infância ou que carregam alguma deficiência física ou emocional e que buscam incessantemente algo para superar sua baixa autoestima. Não conseguindo projetar-se positivamente na comunidade, elas recorrem à crítica como uma forma de superação. Não lhes sendo concedida a oportunidade de pregar, passam a criticar os outros pregadores que usam o púlpito.
6. Egocentrismo.
Praticamente todos os críticos são pessoas egocêntricas, que se colocam a si mesmas e suas ideias como o referencial para a espiritualidade dos demais. Aqueles que concordam com eles, são tidos como bons cristãos; aqueles de deles discordam, são considerados em estado de apostasia. Consideram suas próprias ideias as melhores, e seus julgamentos, os mais abalizados.
7. Individualismo e independência.
O egocentrismo dos críticos gera neles uma postura individualista e independente, que acaba por distanciá-los do pensamento coletivo da Igreja. Para eles, a liberdade de pensamento individual é bem mais importante que o conselho dos irmãos. Quem deles discorda é geralmente tido como retrógrado ou destituído do verdadeiro espírito democrático.
8. Espírito acusador.
Os críticos normalmente não se contentam apenas em discutir ideias e conceitos. Para conseguir o seu espaço, eles precisam acusar e rotular negativamente outras pessoas influentes. Com esse mecanismo de autodefesa, conseguem transferir sutilmente o foco da atenção de seus próprios problemas pessoais para os supostos problemas de outros.
9. Tendência generalizadora.
O ser humano já possui tendência natural à generalização, mas os críticos são mestres nessa área. O comportamento indevido de um líder da Igreja, ou de um pequeno grupo de líderes, é atribuído como característico de toda denominação” Consequentemente, os mais de 13 milhões de membros da Igreja ao redor do mundo são responsabilizados pelo comportamento de um ou mais indivíduos (cf. Ezequiel 18:20). As características anteriores são frequentemente encontradas entre os críticos da Igreja, e nos ajudam a entender melhor o perfil deles. Mas elas, por si só, não conseguem explicar como pessoas com tais características conseguem atrair para si um número significativo de discípulos. Para isso, é importante considerarmos também algumas estratégias que os críticos usam para disseminar suas ideias.
Estratégias dos críticos
As estratégias usadas no processo de disseminação das críticas podem variar tanto quanto o próprio perfil dos críticos, mas entre as mais comuns destacam-se as seguintes:
1. Demonstração de profundo conhecimento da Bíblia
Numa época em que grande parte dos membros da Igreja carece de um conhecimento mais aprofundado da Bíblia, os críticos aparecem como detentores exclusivos desse conhecimento. Uma vez reconhecidos como tais, eles não se inibem de super enfatizar o que lhes agrada nos escritos inspirados e, simplesmente desconsiderar o que não lhes interessa.
2. Manipulação psicossocial.
Uma das maneiras mais comuns de cativar os ouvintes é através da técnica de recitar publicamente grande número de textos bíblicos, previamente memorizados. Recitando textos que ninguém do auditório havia memorizado, os críticos conseguem vender a ideia de que eles possuem um conhecimento superior a todos os demais, e que esse conhecimento deve ser aceito como uma “nova luz” de origem divina.
3. Pretensa originalidade.
Muitos críticos desconhecem ou mesmo distorcem as raízes históricas de suas ideias, para deixar a impressão de que, finalmente, alguém honesto surgiu para restaurar a verdade em sua pureza bíblica e para revelar as falcatruas da denominação. Desta forma, os ouvintes menos esclarecidos não conseguirão identificar a pretensa “nova luz” como sendo simplesmente velhas distorções doutrinárias com as quais a Igreja já se deparou no passado.
4. Difamação da liderança da Igreja.
Não conseguindo o endosso da liderança da Igreja para seus postulados pessoais, os críticos passam, então, a difamá-la, na tentativa de conseguir adeptos que confiem mais neles que nos líderes da denominação. O apóstolo Pedro advertiu que nos últimos dias surgiriam pessoas atrevidas e arrogantes, que menosprezariam “qualquer governo” e difamariam as “autoridades superiores” (II Pedro 2:10).
5: Postura de “salvador da pátria”
Havendo minado a confiança na liderança da Igreja, os críticos estão em condições de ser reconhecidos como os únicos detentores da verdade e os autênticos líderes do povo de Deus. Desta forma eles finalmente conseguem assumir uma posição de liderança que jamais lhes seria confiada pela própria Igreja.
6. Síndrome de mártir.
Quando a Igreja decide aplicar a devida censura eclesiástica a esses críticos dissidentes, eles costumam fazer-se de vítimas do sistema eclesiástico, considerado por eles tão intolerante quanto o que perseguiu Martinho Lutero. Com essa comparação, conseguem mais simpatizantes ainda, pois existe uma tendência natural de justiça no ser humano, de defender instintivamente as “vítimas” (os que estão sendo censurados) e de punir os “agressores” (os que aplicam a censura).
7. Discurso autobiográfico.
Uma das estratégias mais comuns usadas, consciente ou inconscientemente, pelos críticos é de projetarem sobre a Igreja e sua liderança o seu próprio perfil anticristão e antiético. Pelo princípio do espelho, eles se veem refletidos nos outros, e passam a acusá-los daquilo que eles mesmos são. Isto não passa de uma atitude de desespero, que os leva a projetar sobre os outros suas próprias frustrações pessoais.
8. Divisão nas igrejas.
Por mais atrativo e convincente que possa parecer o discurso de alguém, permanecem as indagações: Quais são os “frutos” da obra desse indivíduo (Mat. 7:20)? As suas palavras fortalecem a fé, o amor e a unidade dos crentes (João 17:21)? Mas, lamentavelmente, a obra desses críticos tem quase sempre deixado após si um forte espírito de contenda e um grande senso de superioridade pessoal, completamente antagônicos à religião de Cristo (ver Mat. 5:43-48).
Considerações adicionais
Muitos desses críticos até podem ser sinceros em suas alegações, mas sua obra de difamação não fortalece a fé e nem promove a unidade da Igreja. A Igreja sempre se deparou com críticos belicosos ao longo de sua história, e o número desses críticos se intensificará ainda mais à medida que nos aproximarmos do fim. Mas para a Igreja permanece a gloriosa promessa de Isaías 54:17: “Toda arma forjada contra ti não prosperará; toda língua que ousar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor e o seu direito que de mim procede, diz o Senhor.”
Autor: Albert R. Timm, Ph.D, Reitor do SALT
Perfil dos críticos
Existem alguns críticos da Igreja que levam, pelo menos aparentemente, uma vida normal e sem maiores problemas pessoais. Seria inadmissível, portanto, atribuirmos o mesmo perfil a todos os críticos. Mas muitos deles, que conheci pessoalmente ou através de informações biográficas fornecidas por outras pessoas, revelam pelo menos algumas das seguintes características:
1. Desequilíbrio emocional.
Muitos críticos da Igreja parecem afetados, em maior ou menor grau, pelo assim chamado Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). O comportamento deles se caracteriza por um forte impulso obsessivo- compulsivo à agressividade para com todos os que deles discordam. Todos os que a eles se opõem são considerados inimigos a serem combatidos em nome de Deus.
2. Frustrações pessoais.
Grande parte dos críticos é composta de pessoas frustradas por não terem conseguido determinado cargo de liderança ou certo reconhecimento público, ou ainda por terem sido destituídos de uma função de destaque social. Não conseguindo conviver com o “luto” pela perda, eles acabam projetando sobre outros a sua amargura pessoal.
3. Problemas morais e familiares.
Alguns dos críticos mais agressivos são pessoas emocionalmente desestruturadas por problemas morais, ou mesmo traumatizadas pela perda do cônjuge, quer por morte ou separação. Sem a estabilidade de uma família bem estruturada, a pessoa tende a exercer uma influência desestabilizadora sobre outros segmentos sociais, incluindo a própria Igreja.
4. Dificuldades financeiras.
Alguns dos críticos mais amargurados são pessoas que já tiveram estabilidade econômica, mas acabaram se desequilibrando financeiramente. Em muitos casos a pessoa incorre em infidelidade nos dízimos e ofertas. Não são poucos os que chegam mesmo a desviar os fundos da Igreja para seus interesses particulares, sob a alegação de corrupção no uso desses fundos por parte da denominação.
5. Problemas de autoestima.
Conheço pessoas que foram maltratadas na infância ou que carregam alguma deficiência física ou emocional e que buscam incessantemente algo para superar sua baixa autoestima. Não conseguindo projetar-se positivamente na comunidade, elas recorrem à crítica como uma forma de superação. Não lhes sendo concedida a oportunidade de pregar, passam a criticar os outros pregadores que usam o púlpito.
6. Egocentrismo.
Praticamente todos os críticos são pessoas egocêntricas, que se colocam a si mesmas e suas ideias como o referencial para a espiritualidade dos demais. Aqueles que concordam com eles, são tidos como bons cristãos; aqueles de deles discordam, são considerados em estado de apostasia. Consideram suas próprias ideias as melhores, e seus julgamentos, os mais abalizados.
7. Individualismo e independência.
O egocentrismo dos críticos gera neles uma postura individualista e independente, que acaba por distanciá-los do pensamento coletivo da Igreja. Para eles, a liberdade de pensamento individual é bem mais importante que o conselho dos irmãos. Quem deles discorda é geralmente tido como retrógrado ou destituído do verdadeiro espírito democrático.
8. Espírito acusador.
Os críticos normalmente não se contentam apenas em discutir ideias e conceitos. Para conseguir o seu espaço, eles precisam acusar e rotular negativamente outras pessoas influentes. Com esse mecanismo de autodefesa, conseguem transferir sutilmente o foco da atenção de seus próprios problemas pessoais para os supostos problemas de outros.
9. Tendência generalizadora.
O ser humano já possui tendência natural à generalização, mas os críticos são mestres nessa área. O comportamento indevido de um líder da Igreja, ou de um pequeno grupo de líderes, é atribuído como característico de toda denominação” Consequentemente, os mais de 13 milhões de membros da Igreja ao redor do mundo são responsabilizados pelo comportamento de um ou mais indivíduos (cf. Ezequiel 18:20). As características anteriores são frequentemente encontradas entre os críticos da Igreja, e nos ajudam a entender melhor o perfil deles. Mas elas, por si só, não conseguem explicar como pessoas com tais características conseguem atrair para si um número significativo de discípulos. Para isso, é importante considerarmos também algumas estratégias que os críticos usam para disseminar suas ideias.
Estratégias dos críticos
As estratégias usadas no processo de disseminação das críticas podem variar tanto quanto o próprio perfil dos críticos, mas entre as mais comuns destacam-se as seguintes:
1. Demonstração de profundo conhecimento da Bíblia
Numa época em que grande parte dos membros da Igreja carece de um conhecimento mais aprofundado da Bíblia, os críticos aparecem como detentores exclusivos desse conhecimento. Uma vez reconhecidos como tais, eles não se inibem de super enfatizar o que lhes agrada nos escritos inspirados e, simplesmente desconsiderar o que não lhes interessa.
2. Manipulação psicossocial.
Uma das maneiras mais comuns de cativar os ouvintes é através da técnica de recitar publicamente grande número de textos bíblicos, previamente memorizados. Recitando textos que ninguém do auditório havia memorizado, os críticos conseguem vender a ideia de que eles possuem um conhecimento superior a todos os demais, e que esse conhecimento deve ser aceito como uma “nova luz” de origem divina.
3. Pretensa originalidade.
Muitos críticos desconhecem ou mesmo distorcem as raízes históricas de suas ideias, para deixar a impressão de que, finalmente, alguém honesto surgiu para restaurar a verdade em sua pureza bíblica e para revelar as falcatruas da denominação. Desta forma, os ouvintes menos esclarecidos não conseguirão identificar a pretensa “nova luz” como sendo simplesmente velhas distorções doutrinárias com as quais a Igreja já se deparou no passado.
4. Difamação da liderança da Igreja.
Não conseguindo o endosso da liderança da Igreja para seus postulados pessoais, os críticos passam, então, a difamá-la, na tentativa de conseguir adeptos que confiem mais neles que nos líderes da denominação. O apóstolo Pedro advertiu que nos últimos dias surgiriam pessoas atrevidas e arrogantes, que menosprezariam “qualquer governo” e difamariam as “autoridades superiores” (II Pedro 2:10).
5: Postura de “salvador da pátria”
Havendo minado a confiança na liderança da Igreja, os críticos estão em condições de ser reconhecidos como os únicos detentores da verdade e os autênticos líderes do povo de Deus. Desta forma eles finalmente conseguem assumir uma posição de liderança que jamais lhes seria confiada pela própria Igreja.
6. Síndrome de mártir.
Quando a Igreja decide aplicar a devida censura eclesiástica a esses críticos dissidentes, eles costumam fazer-se de vítimas do sistema eclesiástico, considerado por eles tão intolerante quanto o que perseguiu Martinho Lutero. Com essa comparação, conseguem mais simpatizantes ainda, pois existe uma tendência natural de justiça no ser humano, de defender instintivamente as “vítimas” (os que estão sendo censurados) e de punir os “agressores” (os que aplicam a censura).
7. Discurso autobiográfico.
Uma das estratégias mais comuns usadas, consciente ou inconscientemente, pelos críticos é de projetarem sobre a Igreja e sua liderança o seu próprio perfil anticristão e antiético. Pelo princípio do espelho, eles se veem refletidos nos outros, e passam a acusá-los daquilo que eles mesmos são. Isto não passa de uma atitude de desespero, que os leva a projetar sobre os outros suas próprias frustrações pessoais.
8. Divisão nas igrejas.
Por mais atrativo e convincente que possa parecer o discurso de alguém, permanecem as indagações: Quais são os “frutos” da obra desse indivíduo (Mat. 7:20)? As suas palavras fortalecem a fé, o amor e a unidade dos crentes (João 17:21)? Mas, lamentavelmente, a obra desses críticos tem quase sempre deixado após si um forte espírito de contenda e um grande senso de superioridade pessoal, completamente antagônicos à religião de Cristo (ver Mat. 5:43-48).
Considerações adicionais
Muitos desses críticos até podem ser sinceros em suas alegações, mas sua obra de difamação não fortalece a fé e nem promove a unidade da Igreja. A Igreja sempre se deparou com críticos belicosos ao longo de sua história, e o número desses críticos se intensificará ainda mais à medida que nos aproximarmos do fim. Mas para a Igreja permanece a gloriosa promessa de Isaías 54:17: “Toda arma forjada contra ti não prosperará; toda língua que ousar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor e o seu direito que de mim procede, diz o Senhor.”
Autor: Albert R. Timm, Ph.D, Reitor do SALT
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